Como lidar com as frustrações?

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Cuidado com as expectativas. Elas podem tirar sua paz e leva-lo a se envolver em conflitos

Você provavelmente conhece algum daqueles programas de televisão em que a platéia escolhe um tema e os atores ali presentes e alguns convidados fazem a interpretação da cena pedida totalmente de improviso, ao vivo, criando personagens que seguem um enredo imaginário – sem ensaio, figurino ou qualquer tipo de produção. A cada troca de cena eles se ‘transformam’ ao vivo em outras pessoas.

De certa forma, todos nos somos como os atores destes quadros. Improvisamos o tempo de acordo com o que pensamos que as pessoas com quem estamos interagindo esperam de nós e, com isso, superestimamos nossa notoriedade e começamos a manejar as impressões que causamos em outras pessoas. Este fenômeno é conhecido na psicologia social como Efeito Holofote: o ato de imaginar que se está no centro das atenções de outras pessoas e a partir disso agir para impressioná-las.

Isso acontece porque nossa percepção de nós mesmos é um conjunto razoável de percepções mais ou menos realistas sobre quem somos e porque agimos como agimos. Este autoconceito é fortemente influenciado pelo feedback dos outros e pelas expectativas sociais a que somos submetidos desde que ‘nos damos por gente’. Para atender às expectativas dos outros, moldamos nosso autoconceito adaptando o que pensamos sobre nós mesmos àquilo que pensamos que os outros pensam sobre nós (avaliação refletida) bem como às escolhas que fazemos em relação ao comportamento dos outros (comparação social). À medida que vamos crescendo e assumindo mais responsabilidades, sentimos a necessidade de nos adaptar àquilo que corresponde aos papeis sociais que desempenhamos, como por exemplo, os papeis profissionais: espera-se que um médico se comporte como tal. Além disso, fatores como conquistas pessoais, sucessos obtidos em áreas especificas e a cultura vigente, aumentam o peso sobre nossos ombros. Começamos a praticar a autoapresentação com o objetivo de interferir na ideia que os outros têm de nós (Myers, 2014, p. 51).

Fazemos isso para nos adequar ao campo social em que estamos bem como para conseguir o que queremos. As estratégias de construção de imagem pessoal se prestam a este propósito. Criamos uma imagem que nos ajuda a alcançar os objetivos práticos a que nos propomos. Perceba o que acontece no campo social acadêmico: assim que o estudante avança semestre após semestre, começa a agir, falar e se vestir como os critérios da profissão escolhida.

Como resultado desta autoapresentação, criamos expectativas sobre nós. Isso é um peso porque, neste sentido, se não agirmos à altura das expectativas que geramos, causaremos frustração nas outras pessoas. Como disse Antoine de Saint-Exupéry, em Pequeno Príncipe, nos tornamos responsáveis por aqueles que cativamos. Se não estamos prontos para assumir esta responsabilidade, não devemos alimentar a expectativa dos outros em relação a nós pois além de lidar com as expectativas deles em relação a nós, temos que lidar com nossas expectativas em relação a eles.

Neste ponto cabe uma pergunta: Se o conceito que temos de nós mesmos é tão influenciado por tantas variáveis, será que é mesmo possível que nós criemos expectativas infundadas nos outros de maneira consciente?

Cada um de nós é sujeito-ativo no ambiente em que está. Quando duas pessoas estão na presença uma da outra, é impossível que elas não se comuniquem. Mandamos e recebemos mensagens através de nossas roupas, artigos e objetos pessoais, nossa mesa de trabalho, músicas que ouvimos e livros que lemos. E seu perfil no Facebook está lá para perpetuar isso. Em todos os contextos interpretamos papéis que, por sua vez, causam expectativas nos outros. Ainda que você não maneje as impressões que causa de modo consciente, você está fazendo isso o tempo todo. Então é melhor tomar consciência do que está fazendo, não acha?

Mesmo que você diga que não se preocupa com a opinião alheia e que só lhe interessa o que você mesmo pensa, deixe-me perguntar uma coisa: você já se frustrou com você mesmo? Já fez algo do qual se arrependeu depois? Seu diálogo interno já lhe ‘puxou a orelha’? Como sei que as respostas a estas questões são afirmativas, posso concluir que você sabe o que é criar uma expectativa e frustrar-se quando ela não se concretiza (o termo para isso é profecia autorrealizável). Enfim, poderíamos passar o restante do nosso tempo destacando situações em que conflitos foram gerados graças à frustração de uma expectativa não realizada. Mas um exemplo final pode ser útil. Lembre-se da ultima vez em que comprou algo e o serviço de entrega passou muito longe da data estimada pelo vendedor na hora da venda. A frustração gerada pela falha no cumprimento da expectativa levou à reclamação (conflito). Como dizem os mineiros, “é melhor não contar com ovo no fiofó da galinha”.

É claro que há quem diga que uma expectativa quando boa serve de motivação, como uma fonte de esperança que pode ajudar a manter uma atitude positiva. Mas você saberia dizer o que difere uma expectativa realmente segura (estado da fé) de uma expectativa infundada, aquela que tem 99% de chance de dar errado? Como avaliar uma expectativa. Ela será infundada e, portanto, sua realização será fruto do acaso, se ela for: (a) inadequada – quando esperamos algo que a pessoa não é capaz de oferecer; (b) indigna – quando esperamos que a outra pessoa faça algo que a rebaixe ou que a coloque contra seus princípios e valores; (c) numerosas demais – quando a lista de itens a ser satisfeita supera em muito as limitações do outro; (d) irracionais – quando esperamos que um milagre aconteça no momento em que desejamos. Quando nossas expectativas se baseiam em um ou mais destes fatores, estamos cavando nossa própria frustração. É o que acontece quando “damos com os burros n’ água”. Na raiz da situação, estava um destes fatores.

O problema nisso é que vivemos em um tempo em que as pessoas não estão acostumadas a lidar com frustrações. Não aprenderam a perder. Por isso o padrão frustração (causado quando expectativas não são satisfeitas) leva a conflitos. Quem não sabe lidar com a derrota (expectativa não alcançada) nem assumir erros (admitir ter sido enganado por uma expectativa infundada) tem dificuldades para lidar com a frustração e acaba cedendo ao conflito. Frustração gera agressão.

A agressividade como resposta à frustração é uma teoria antiga no campo da psicologia que data da década de 1940. A causa é bastante simples: a frustração gera um motivo para a agressão. Se quem nos frustra é mais forte que nós, tendemos a redirecionar esta frustração em quem podemos ‘descontar’, como por exemplo, quando o chefe bloqueia uma promoção a um funcionário e este, vendo sua expectativa frustrada, ao chegar a sua casa briga com a esposa e o filho, descontando neles sua frustração. São os famosos casos em que um comentário se torna a gota d’água provocando uma resposta exagerada a um estímulo incompatível. (Dollard 1939, apud. Myers, 2014, p. 284).

Obviamente, você compreendeu que todos nós interpretamos papeis e podemos criar expectativas nos outros até mesmo inconscientemente. Podemos nos envolver em conflitos por frustrar aos outros e a nós mesmos. Tanto geramos expectativas que se não forem satisfeitas levarão à frustração e ao conflito, como também estamos expostos aos mesmos efeitos – graças às ações dos outros. Todos os dias fazemos e recebemos promessas verbais e expectativas subentendidas que podem fazer o comprometimento pessoal ir pelo ralo. Assim sendo, como podemos reduzir o impacto que as expectativas geram?

Por não alimentar expectativas em relação a pessoas e eventos. Vejamos três ações específicas para isso. A primeira delas é cumprir o que prometer sem esperar que os outros façam o mesmo. A segunda envolve considerar tudo como uma possibilidade e a terceira é reconhecer que a repetição de certos comportamentos indica uma tendência de atitude. É isso mesmo! Se você quer evitar frustrações com pessoas próximas, não alimente expectativas. Confie desconfiando, considere que tudo é possível e que ocorrências indicam tendências.

O pessimismo na medida certa ajuda a manter a prudência. Para não criar expectativas sobre nada nem ninguém, é necessário o uso consciente de certa frieza diante de situações envolvendo você e outras pessoas, fatos ou eventos. Frieza tanto de sua parte, ao criar expectativas nos outros por falar ou prometer-lhes algo, quanto em relação ao cumprimento das promessas feitas pelos outros a você. Nos dias de hoje, é sábio não esperar nada dos outros, nem mesmo que elas cumpram o que lhe falaram.

Antigamente, as pessoas ‘tinham palavra’ e faziam questão de deixar que o sim significasse sim e o não, não. Nos acordos comerciais, elas até mesmo usavam trocar o ‘fio do bigode’ para selar um compromisso. Havia espaço para a boa-fé. Hoje em dia, nada impede as pessoas de voltar atrás na palavra dada e ainda, de não se sentirem obrigadas a dar satisfação àqueles com quem assumiram um compromisso. Criaram uma expectativa que sabiam que não poderiam cumprir e, mesmo assim, deixaram as pessoas esperando. Faltaram com a palavra dada e geraram frustração.

É claro que existem situações em que, motivos de força maior comprometem o cumprimento de acordos, mas nada garante mais a integridade do que um comunicado ou pedido de desculpas que demonstre para o outro a preocupação com seu bem estar. Eu mesmo tive que voltar atrás com minha palavra em situações que fugiram a meu controle após decisões erradas. O que me dá a tranquilidade de lhe aconselhar nisso é o fato de que fui até as pessoas envolvidas pessoalmente e dei a “cara à tapa”, ou seja, me desculpei pessoalmente e me dispus a assumir os prejuízos causados por mim. O que ‘mata’ uma pessoa de raiva numa situação de frustração gerada pela expectativa não saciada é o descaso da outra parte.

O ponto-central aqui é que cada valor tem também seu contra valor, como dois lados da mesma moeda. De um lado tem a expectativa, do outro a frustração. De um lado a honestidade, do outro a falsidade. De um lado a confiança e do outro a desconfiança. Se você entende isso raramente se surpreenderá negativamente com alguma pessoa que lhe prometeu e não cumpriu. Conclusões precipitadas levam ao engano, mas a maturidade se mostra na demora em acreditar. Portanto, confie desconfiando.

Qual a chance de você passar pelo semáforo e encontrar o sinal verde ou vermelho? Essa questão trata de uma possibilidade. Não há como prever. Da mesma forma, nas relações humanas, leve em conta que tudo pode acontecer ou não, vindo de todos os lados (e pessoas) possíveis. Não há como prever de onde ou de quem virá uma frustração.

Por exemplo, no segundo filme da trilogia “O Poderoso Chefão” (1974), Michael Corleone sofre um atentado em sua mansão. Após dar ordens para que os capangas vasculhassem a propriedade atrás dos culpados, ele chama seu irmão adotivo, Tom Hagen (Robert Duval) e, numa conversa objetiva, Michael diz a Tom que sairia de viagem naquela noite em segredo, pois acreditava que os homens que tentaram mata-lo eram de dentro da própria Família. Quando Tom disse que não acreditava nesta hipótese, Michael disse em resposta: “Todos os nossos homens tem seus próprios negócios. Tom, uma coisa que aprendi com meu pai é tentar pensar como os outros pensam. Nesta base, tudo é possível”.

Da mesma forma, mesmo que você queira acreditar no que as pessoas mostram ao manejar as apresentações que fazem em seus papeis sociais, lembre-se que todos têm seus próprios interesses. Nessa base, tudo é possível. Cabe a você aprender a pensar como eles pensariam e se prevenir. Inclusive com familiares

Benjamim Franklin, o estadista norte-americano, sofreu muitas decepções com diversas pessoas ao longo de sua vida, a começar com seu irmão mais velho. E foi se decepcionando até que aprendeu a ler as pessoas por pensar como elas pensavam. Assim ele evitava criar expectativas em relação ao que os outros lhe prometiam e não esperava nada delas, nem para o bem nem para o mal. Portanto, não crie expectativas em relação às pessoas. O que vier delas é lucro. Mesmo que seja um prejuízo material ou financeiro. Se alguém que você considera um ‘amigo do peito’, lhe pedir dinheiro emprestado e não lhe pagar, não cobre. Aceite o prejuízo como o preço que você pagou para ficar livre de um canalha para sempre. No final das contas terá saído barato para você.

Considere os eventos que culminaram na morte do juiz Sansão, na narrativa do povo hebreu. Ele, o homem mais forte do seu tempo tinha um fraco para as mulheres. Hoje em dia há uma expressão para isso: ‘curva de rio’. Refere-se aquele ponto do leito do rio em que as tranqueiras que vem pela água se enroscam. Sansão tinha a fraqueza de gostar das mulheres erradas. Sua primeira noiva filisteia foi tomada dele e dada a outro homem, o que fez com que ele se vingasse queimando as lavouras da cidade em que ela morava. Até então, os planos de Sansão estavam indo bem. Ele queria livrar os hebreus do domínio filisteu e buscava um motivo para entrar em ação. Perder a noiva fazia parte do plano. Mas como retaliação pelas lavouras, a moça e o pai dela foram queimados. Diante disso, Sansão se chateou e matou um monte de filisteus deixando seus corpos empilhados.

Sansão se tornou o inimigo público número 1 dos filisteus depois que matou três mil homens usando uma queixada de burro. Certo dia, enquanto ele estava na casa de uma garota de programa na cidade de Gaza, ele percebeu que os soldados filisteus cercaram a casa para pegá-lo. Ele escapou de madrugada, arrancou os portões da cidade e os levou para longe, cerca de 60km morro acima e os deixou a 900m de altitude. Como resultado, a cidade ficou desprotegida contra outros inimigos, pois seriam necessários muitos homens para trazer o portão de volta. Enfim, Sansão aproveitava cada tentativa dos filisteus contra ele para humilha-los publicamente.

Daí, depois de muitas tentativas de captura-lo por quase 20 anos, o subterfúgio mais evidente era conhecer a fraqueza do homem mais forte. Ao saber que Sansão havia se apaixonado por Dalila – uma filisteia que morava em Soreque – os líderes filisteus deram a ela a tarefa de descobrir como eles podiam dominá-lo. Dalila aceitou o trabalho pelo equivalente a US$ 2400,00 e usou a confiança de Sansão para traí-lo. E agora chegamos ao ponto em que a história nos ensina sobre expectativas e frustrações: ela traiu a confiança de Sansão diversas vezes.

Da primeira vez que ela perguntou sobre a origem de sua força, Sansão disse que poderia ser derrotado se fosse amarrado com um tipo específico de corda. Ela esperou que ele dormisse, o amarrou com a tal corda e depois chamou os soldados filisteus (no quarto ao lado) que apanharam bastante quando Sansão acordou e se soltou. Da segunda vez, Sansão disse a ela que poderia ser dominado se fosse amarrado com cordas novas – recém-tecidas. Ela não perdeu tempo e na primeira oportunidade que teve o amarrou com cordas novas. Chamou os soldados e depois acordou Sansão. Deu errado de novo.

Sansão era confiante e bem humorado – ele gostava de enigmas e pegadinhas. Já havia usado esse recurso muitas vezes para irritar os filisteus. Provavelmente, ele encarava as perguntas de Dalila como uma forma de dar ‘uns tapas’ em soldados filisteus. Quando ela perguntou pela terceira vez, usando de chantagem emocional ao dizer que, “se ele a amasse realmente não brincaria com ela e lhe contaria seu segredo”, Sansão disse que se ela fizesse sete tranças em seu cabelo, usando determinado ponto de tecelagem, ele seria derrotado como um homem comum. Dalila fez exatamente como ele havia falado. Chamou os soldados e… Falhou de novo!

E mesmo depois de ela o ter traído três vezes (fazendo exatamente o que ele disse que era pra fazer caso quisesse prejudica-lo), na quarta tentativa ele contou seu segredo: Sansão era um nazireu, uma pessoa cuja vida era dedicada ao serviço sagrado e o sinal físico de seu pacto era o cabelo comprido. Se ele o cortasse, perderia sua força.

E o que você acha que Dalila fez? Deu um jeito de fazê-lo dormir e assim que ele pegou no sono, cortou os cabelos dele. Desta vez, Sansão foi capturado, cegado, levado preso para trabalhar como escravo empurrando uma mó. Quando seu cabelo cresceu, ele pediu a Deus que lhe devolvesse a força para poder se vingar por um de seus olhos e enquanto os filisteus faziam uma festa, Sansão os surpreendeu derrubando as colunas do lugar em que eles estavam mando mais filisteus na ocasião de sua morte do que durante os vinte anos em que atuou como juiz.

O que podemos aprender do exemplo de Sansão em relação à sua interação com Dalila? Há algo interessante sobre o significado do nome dela. Dalila significa ‘pendente’, ‘oscilação’. Não há registros históricos quanto à sinceridade do sentimento dela em relação a Sansão. Mas ela oscilava entre ele (o provável amor de sua vida, visto que ela não era uma prostituta) e seu patriotismo. De tanto pender entre o coração e a razão, Dalila o entregou.

Entretanto, como disse anteriormente, só podemos mudar a nós mesmos. Não podemos evitar que as pessoas nos decepcionem, nem que elas traiam nossa confiança. Mas podemos evitar confiar nelas cegamente, principalmente quando elas dão sinais de que irão nos trair. Assim que Sansão contou a Dalila algo sobre sua força e ela usou isso contra ele três vezes seguidas, ele já poderia ter desconfiado dela. Da primeira vez os soldados filisteus estavam de tocaia dentro da casa de Dalila, ou seja, havia um planejamento. Visto que sua vocação era destruir filisteus, ele poderia ter continuado dando a ela pistas falsas e não lhe confiado seu segredo.

E no seu caso? Confia cegamente apostando na boa-vontade das pessoas, mesmo diante de repetidas ‘escorregadas’ delas contra você? Se você deseja evitar frustrações com pessoas próximas lembre-se de que duas ocorrências já estabelecem uma tendência. Se uma pessoa mentiu para você uma vez, pode ter sido um acidente. Se fizer isso duas vezes, pode esperar uma terceira.

A matéria-prima da frustração é a expectativa. Se ficar atento ao que consideramos aqui, você neutralizará o conflito gerado pela frustração evitando que seu pensamento fique preso a expectativas. Visto que todos nós somos vítimas do desejo de criar uma boa primeira impressão (e de mantê-la com o tempo), evite criar expectativas sobre os outros e não dê a eles falsas esperanças. (1) Prometa apenas o que pode cumprir sem esperar que os outros façam o mesmo. (2) Considere todas as ações e eventos como possibilidades e você manterá o equilíbrio mesmo diante de traições. (3) E tome cuidado com comportamentos reincidentes. Uma sequência de eventos semelhantes vinda da mesma fonte indica uma tendência.

Para saber mais sobre como lidar com conflitos intrapessoais, leia o livro Habilidade com as Pessoas. 

Fique informado sobre o trabalho de Symon Hill e quando ele estará em sua cidade para uma palestra clicando aqui

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